Fluminense e Grêmio empataram por 1 a 1 em Volta Redonda, num duelo em que a erquipe carioca teve maior volume de jogo, e mais oportunidades, liderando por todo o segundo tempo, quando teve 11 homens contra 10, sem conseguir, no entanto, encontrar a fórmula para chegar à vitória, que no fim das contas mereceu, mas não levou.

Fluminense e Grêmio fizeram um bom primeiro tempo, com ligeira superioridade do time gaúcho, tanto que saiu em vantagem no placar para o intervalo. Curiosamente, foi o tricolor carioca que criou mais chances. Richarlyson, logo aos quatro minutos, chutou cruzado à direita, para fora, após lançamento de Gustavo Scarpa. Aos 22, Cícero concluiu em cima de Bruno Grassi, após paasse de Wellington Silva, que ocorreu ao acaso, após chute errado do lateral.

O Grêmio jogava dentro do seu estilo, mais recuado, saindo sempre com toque de bola calculado. Aos 25, Edílson finalizou, Henrique defendeu com o braço direito, mas o árbitro não assinalou o pênalti. Aos 35, Ramiro reclamou ostensivamente – de uma disputa entre Welington Silva em Edílson em que não ocorreu falta – e recebeu merecidamente o cartão vermelho. Aos 40, Bobô teve toda a liberdade para deixar Marcelo Hermes livre na área – o lateral, com leve toque, encobriu Diego Cavalieri: 1 a 0.

O Fluminense voltou para a etapa derradeira com maior volume de jogo, enquanto o adversário, sem opção, caiu na defesa. A equipe carioca insistia nos cruzamentos. Mas a gaúcha não acerttava nenhum contra-ataque. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Aos 29, Gustavo Scarpa levantou na área, Marcos Júnior aparou e concluiu cruzado, sem chance para o goleiro: 1 a 1.

O Fluminense continuou martelando. Roger Machado, que já havia lançado Jaílson na vaga de Bobô, para reforçar o meio, trocou Douglas por Bressan, deixando o Grêmio com três zagueiros de ofício e outros tantos, digamos, improvisados. Apésar da pressão, o 1 a 1, ótimo para os gaúchos, e péssimo para os cariocas, permaneceu.

 

Foto: Nelson Perez / Fluminense FC